‘If Java didn’t exist, would .NET?’

Publicado: terça-feira, maio 29, 2007 em Abobrinhas


Pois é, hoje está todo mundo comentando a frase com que o Colm Smyth encerrou seu blog. Engraçado que o assunto do blog dele nem é a Microsoft. Ele fala da BEA e também não fala do que todo mundo está falando hoje que é o lançamento do servidor de eventos da BEA.

Como eu acho que as arquiteturas baseadas em eventos serão as próximas bolachas do pacote, para mim o lançamento de um servidor de eventos é muito mais importante do que a discussão do Colm que nem recomendo tanto assim. Mas inegavelmente a frase dele criou polêmicas.

‘If Ford didn’t exist, would Chevrolet?’

‘Quem nasceu antes o ovo ou a galinha’

Por aí vai. Onde eu quero chegar? Pois é, muito mais longe do que vocês imaginam.

Estou escrevendo me lembrando como era produtivo meu dia sem blogs para ler. Alguém tem a receita? Preciso produzir mais e ler menos. Se alguém souber de um tratamento eficaz me avise. Pode ser até com injeção na veia. Só não posso é ficar sem Internet como fiquei em Paraty porque me dá crises de abstinência e desando a ler livros feito um desesperado.

Para os viciados como eu, aviso que já tenho mais alguns posts no forno com assuntos com menos abobrinhas.

comentários
  1. Colm Smyth disse:

    I’m sorry I don’t speak more than a few words of Portuguese! (only English, German, French and Gaelic ;( )I wrote a follow-up to my earlier post that actually tries to answer this question.I’d be interested in your thoughts!

  2. mojitos disse:

    Olá Luca,Tua observação sobre o vicio de leitura, crises de abstinência e afins lembrou-me de um texto que citei em algum lugar a algum tempo atrás, pela mesma situação de estar absorvendo mais informação do que produzindo. É meio provocativo, mas diz muita coisa: “Diante da imponente erudição de tais sabições, às vezes digo para mim mesmo: ah, essa pessoa deve ter pensado muito pouco para poder ter lido tanto! Até mesmo quando se relata, a respeito de Plínio, o Velho, que ele lia sem parar ou mandava que lesse para ele, seja à mesa, em viagens ou no banheiro, sinto a necessidade de me perguntar se o homem tinha tanta falta de pensamentos próprios que era preciso um afluxo contínuo de pensamentos alheios, como é preciso dar a quem sofre de tuberculose um caldo para manter sua vida”. (Schopenhauer)T+Proteu

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